sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tolice....



Me deixa em paz.
No meu mundo fugáz
O meu coração é meu capataz.

Quietinha no meu canto
Você insistiu para o meu espanto.
Quero te ver apenas por enquanto.

Tolice achar que você me desejou.
Tolice achar que você despertou.
Tolice achar que você se importou.

Esperei o momento que você surtaria.
Antes da metade do dia
O momento se concretizaria.

Se não bastasse me dispensar
Tinha que logo emendar
Um romance para me magoar.

Qualquer pessoa eu aceitaria
Sem dizer que me arrependeria.
Não imaginei quem você escolheria.

Algo se quebrou
Em partes do meu coração ele se jogou
Não aguento o que passou.

Tolice simplesmente achar
Que que há coisas a recuperar
Se eu quero é mais longe ficar.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Eu...

Não te prometo o céu e muito menos a terra... não prometo sonhos e muito menos a realidade... não prometo juras de amor e muito menos faíscas no coração... só posso prometer que eu sou complicada e que o meu coração é burro... se você não está disposto a ir além do que o seu pouco coração necessita.... Desculpa meu bem... você não serve para mim....

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Muralha...










Engraçado não saber,
o que me faz entender.
Esse sorriso malicioso,
de certa forma fantasioso.

No anoitecer
Uma muralha parece ser.
Esquece por um instante,
que o momento pede uma estreante.

E na muralha sinuosa,
a força de uma mulher talentosa.
No entanto coração formigando,
pedindo algo que está faltando.

Falta alguma coisa ao lado.
Um pedaço que foi jogado.
Um buraco a preencher,
De forma a amolecer.

Mulher intrigante,
que se torna interessante.
Imagino o dia almejante,
Quando penso em você por um instante.

Escondida entre as pedras da muralha,
Esquece que sou perita na escalada.
Não adianta blindar o seu coração,
Pois nele eu chegarei na aproximação.